domingo, 18 de outubro de 2009

Sumiço + Comix Fest

Depois de quase 3 meses sem postar volto aqui para explicar o que aconteceu:

1 - Desde início de agosto estou sem ver animes, muito menos ler mangás. Falta de vontade mesmo, ando preguiçosa em relação a isso xP
2 - Faculdade não me dá tempo nem para cuidar de mim mesma, imagine ver animes xD
3 - Ando sem idéias do que postar, tem muitos animes que estava vendo nas férias, mas simplesmente não havia vontade de postá-los (Para aqueles que quiserem ter uma idéia, vejam meu My Anime List). Tinha apenas um filme japa que gostaria de postar, mas fui empurrando com a barriga até chegar aqui xD

Tudo bem, só ficar criando motivos pela falta de postagens não vai dar em nada, vmaos ao que interessa. Sábado lá fui eu na Comix Fest, feira que junta mangás, histórias em quadrinhos e gibis num lugar só para os fãs de todos os gêneros sairem comprando milhares das artes em quadrinhos no geral. Agora, por quê simplesmente não ir às bancas ou livrarias? Porque a Comix Fest oferece descontos de 20 à 70% =O Imagina se não é a mil maravilhas aquele lugar~? Todo ano desde meus 14 anos eu compareço ao evento simplesmente para comprar meus mangázitos e completar minhas raras coleções (minhas compras de mangás são feitas a dedo, sou exigente xD).

Cheguei no evento em torno das 4 horas, porque desde a minha primeira vez é um dos eventos mais vazios que já fui, não é lá muito conhecido, porque não possui taantas atrações como nesses eventos normais. Comprei meu ingresso e quando pisei no local estava simplesmente....cheio o_o Eu pensei com meus botões ''COMO ASSIM?!'', e sem contar na fila enorme de pagamento e a bagunça. Bom, fui procurar pelos mangás que estava procurando e fiquei decepcionada com alguns fatos:
- Conrad ainda paralisada com Battle Royale e Kurosagi Corpse Delivery Service, e entre outros que não acompanho (Vagabond, Blade, Ooru, etc);
- Não tinha os dois primeiros volumes de Samurai X e outros do mesmo. E ainda me falaram que os volumes 1 e 2 você não acha mais mesmo, só com colecionadores. Me ferrei muito~;
- Volume 4 de parakiss nunca tem nos outros eventos, mas na Comix tinha, o que faltava era o volume 5 D=.

Então, a minha idéia de simplesmente torrar meu dinheiro (já que não sou muito consumidora e sempre penso até demais no que vou gastar) foi para o espaço. Mas pelo menos, comprei alguns e tentarei não lê-los rapido demais, quero ler calmamente cada um e saboreá-los como se fossem chocolates haha xD

Após comprar, perambulei pelo lugar neeem um pouco pequeno, e então fui assistir a uma mini palestra que dois caras da JBC estavam comentando sobre a editora e seus lançamentos. Para aqueles que me conhecem, sabem que eu detesto JBC desde Fruits Basket, ou seja, me recuso a comprar mangás feitos por ela. Bom, a palestra foi interessante, tanto por serem inteligentes com algumas respostas (a questão editoras x scanlations) como pelo fato de se vangloriarem tanto com a ''qualidade'' ótima deles. Eu fiquei tentada em perguntar à eles simplesmente por quê não fizeram um recall de todos os volumes de Fruits Basket que vieram com edições porcas, e não somente do volume 9, que foi absurdamente mal feito? Mas tive que ir logo embora, antes de terminarem essa palestra, para me encontrar com alguns amigos depois. Aliás, JBC anunciou o lançamento de dois mangás: Golgo 13, Ranma 1/2 (que já estava vendendo na própria Comix Fest os dois primeiros volumes) e Hikaru No Go. Para quem gosta dos mesmos ficarão felizes sobre a notícia, como eu odeio Ranma e não conheço os outros dois, talvez não compre, principalmente porque Golgo é lançado no Japão dos anos 80 até hoje (para verem o sucesso dele lá o_o''), mas a JBC só vai lançar alguns contos de Golgo 13, pelo que entendi.

Agora vamos às compras ;D:


(Da esquerda para direita)

- Homunculus (volumes 1 e 2) - tem o estilo de conto que gosto, suspense e bem psicológico. Conta sobre um mendigo que anda de terno e dorme em seu carro, até lhe oferecerem 700 mil ienes para abrirem seu cérebro. Não sei se é gore (aqueles mangás bem detalhistas em relação à sangue e orgãos expostos por aí xD), eu não ligo muito, o problema é quando é utilizado sem necessidade, apenas como forma apelativa. Sempre tive uma curiosidade em relação a esse mangá e como eu até simpatizo com o trabalho da Panini resolvi comprar;

- Sanctuary (volume 5) - Um mangá que comprei para meu irmão, mas acompanhei também. É muito interessante, principalmente para aqueles que gostam de mangás policiais. Sanctuary é centrada na Política e máfica japonesa de forma muito realística e convincente;

- MPD Psycho (volumes 1 e 2) - Ele tem um estilo parecido de Homunculus, misterioso, com suspense e psicológico. É sobre um detetive que tem multiplas personalidades. Já devem imaginar como deve ser louco o mangá *-*;

- Paradise Kiss (volume 4) - Amo esse mangá e a autora, a mesma de NANA *-* A história de desenrola de uma forma muito realística e nada surreal, como alguns shoujos por aí. Sobre uma estudante, que sobre pressão dos pais em relação aos estudos, até que um dia um grupo de estudantes de moda a raptam para torná-la modelo deles em um concurso da escola. Esse grupo nada sistemático simplesmente abre a mente dela para diversas oportunidades, tanto de futuro como em relação à família dela, que nunca a escutou. Pena que a história é um tanto curta, mas é interessante que cada capítulo não foi desperdiçado e seguiu de forma muito coerente. Vale a pena ter a coleção de Parakiss em casa ou mesmo dar oportunidade de lê-lo um dia *-*

- Model (volume 1) - Manhwa (mangá coreano) sobre vampiro, que sempre tive um enorme interesse (não, não foi por causa da Crepúsculo, e sim por causa da Anne Rice e A Entrevista Com O Vampiro *-* até preciso terminar de ler toda a coleção). Sobre uma estudante de arte que vai para uma escola na Europa e num dia, a amiga dela chega com um bêbado e pede para deixá-lo passar a noite no apartamento dela por um dia. Ela não gostou muito, mas concordou. Mas acaba que o bêbado é um vampiro e toma de seu sangue enquanto ela estava dormindo. Ela não ficou com medo, mas eles fizeram um acordo: Ela pinta um quadro dele se a mesma deixá-lo tomar de seu sangue. Vamos ver no que vai dar esse mangá, né. Conrad aproveitou a onda dos vampiros para lançar algo assim e quem sabe com o dinheiro das vendas conseguir terminar as outras séries.

+ 20% de desconto na compra de qualquer coisa na loja da Comix ;D

É isso aí~
;*

domingo, 26 de julho de 2009

Mononoke



Informações Adicionais
Episódios: 12
Lançamento: 13 Julho 2007 - 28 Setembro 2007
Estúdio: Toei Animation
Duração: 25 min. por episódio

Mononoke é um spin-off do conto Bakeneko de Ayakashi - Japanese Classic Horror. A história é sobre um vendedor de remédios (kusuriuri, em japonês. Sim, ele não tem nome, todos o chamam assim xD) que lida com Mononokes (seriam os espíritos, ou mesmo demônios) em um Japão Feudal. É do mesmo jeito que em Bakeneko, em que ele tem um vasto conhecimento e ferramentas para purificar esses Mononokes, porém ele precisa descobrir a forma (Katashi), verdade atrás de sua aparência (Makoto) e o porquê de seu comportamento (Kotowari). Em Mononoke existem arcos que contam com diferentes tipos de Mononokes (Bakeneko, Nue, etc), cada um deles possui mais ou menos 2 a 3 episódios.

História. Esses arcos lembram muito Jigoku Shoujo, em que existem diferentes personagens e histórias, mas Mononoke não cai na mesmice, a cada arco você fica mais surpreendido com o roteiro muito bem feito e detalhado, há um choque diferente a cada revelação de cada arco; Além de os personagens secundários serem muito mais trabalhados e complexos, dando-lhe a oportunidade de refletir sobre cada arco, que mostra muito bem a natureza humana e como seu comportamento pode formar os mononokes sedentos por vingança.

Arte. Novamente, Mononoke está com o mesmo estilo de arte Ukiyo-e que em Bakeneko e com certeza o fez muito bem, sem deixar a desejar em qualquer ponto na produção final do anime. Interessante também ressaltar que no anime é utilizado muitos simbolismos e tem base no budismo, então é legal fazer uma pesquisa pelo Google a fora para ter uma reflexão completa de cada arco. Outra coisa é que a cada arco, o estilo muda um pouco: Em um arco, as cores podem ser bem vibrantes, enquanto em um outro já são utilizadas cores mais neutras. Então Mononoke mostra claramente que algumas mudanças no visual de arco para arco não ocorreram por nenhum motivo, mas sim para transmitir aos telespectadores o que os personagens sentem.

Personagens. Os personagens foram muito bem feitos em Mononoke. A cada arco, existem personagens diferentes, com posições e pensamentos diferentes, nada se repete ou vira clichê. Todos são muito bem aprofundados e colocados de uma maneira que parece que nada é desnecessário ou exagerado nos diálogos e expressões.

Kusuriuri, por ser o único personagem central, infelizmente não teve tanto aprofundamento, simplesmente o mostrava como um homem misterioso, falava somente o necessário e diferente dos esteriótipos (Enquanto as pessoas se enlouqueciam com os Mononokes, ele simplesmente fazia comentários bobos que te faz sair daquele suspense. Seria como se ele te tirasse no momento em que você está começando a se envolver e entrar em desespero junto com os outros xD). Ele estava ali para fazer a sua tarefa (e o fez muito bem, diga-se de passagem): entrar na mente daqueles que estavam relacionados ao Mononoke e fazer com que os segredos fossem revelados, fazer com que todos os pensamentos venham à tona de forma muito bem elaborada. Dele não era possível esconder ou distorcer nada, mesmo que ele já soubesse a resposta, ele ''forçava'' os outros personagens a tomarem consciência de verdade de seus atos, e assim se arrependerem. No final, ele é mais um suporte para o desenvolvimento e aprofundamento da história e dos personagens, o que é bem diferente dos animes por aí e do que eu esperava também.

Outro ponto interessante sobre o Kusuriuri é, que parece que ele está em qualquer lugar e em qualquer época. Enquanto em um arco mostra um Japão mais antigo, no qual as mulheres eram apenas objetos para cozinhar, limpar a casa e fazer sexo com seus maridos; em um outro arco, mostra um Japão mais moderno, já possuindo trens, por exemplo.



Som. O som, com certeza, teve um papel importante nesse anime, ele dá o suspense necessário para toda a atmosfera desesperadora dos pesonagens. A dublagem foi muito bem feita, cada voz entrava direitinho para cada personagem e emoções. A única coisa que simplesmente não gostei foram, a OP e a ED, são bem sem graças. De Ayakashi são muuitos melhores.

Final. Mononoke é um anime que não pode ser descartado por ninguém que aprecia um bom anime que dá para repletir e interpretar de diferentes maneiras. Para terem uma idéia eu assisti tudo em algumas horas e cada minuto valeu a pena.

Fica aí um AMV para terem uma idéia da animação:

sábado, 25 de julho de 2009

Ayakashi - Japanese Classic Horror

Desculpa o sumiço básico para quem gosta de ler esse troço, mas nada me animava a escrever xD talvez mais tarde faça um post com o que andei assistindo nesse mês de férias deliciosas, mas que já quero voltar ao pique e stress básicos xD




Informações Adicionais:
Episódios: 11
Lançamento: 13 Janeiro 2006 - 24 Março 2006
Estúdio: Toei Animation
Duração: 23 minutos

Ayakashi é uma coleção de três contos de terror japoneses. Cada um possui estilos de arte, design e épocas diferentes, contando somente com a trilha sonora unindo-os de forma muito bem feita.

1º Yotsuya Kaidan (Episódios 1 ao 4)

Baseado numa peça de Kabuki famosa escrita por Tsuruya Nanboku no século XIX. No anime, Tsuruya Nanboku é o narrador, contando a história do casal Iemon, um ronin samurai (Lembra do Rurouni Kenshin? ;)), e Oiwa, porém o pai de Oiwa é contra o casamento. O que Iemon faz é matá-lo e, quando Oiwa encontra o corpo, ele diz ser culpa de ladrões. Iemon jura vingar a morte do sogro se Oiwa aceitasse casar-se com ele, consequentemente ela aceita.

Após se casarem e terem um filho, há uma série de eventos que fazem com que Oiwa se suicide e um servo de Iemon seja morto, començando com as assombrações de fantasmas sedentos por vingança de quem estava envolvidos nesses eventos.

Dentre os três contos, esse é o mais próximo dos contos tradicionais de terror japonês. O ambiente é um tanto mais sombrio do que os outros contos, além de no geral, fluir muito bem com o que acontece no decorrer do anime.

Outro ponto que achei interessante foi a arte e o design dos personagens: muito peculiar em relação aos animes no geral, mas sim, baseado na arte tradicional japonesa, que era mais realista (como os olhos puxados e os cabelos sempre pretos). Engraçado que nesse ponto, os personagens são bem distintos, dá para reconhecer quem é quem, enquanto já vi animes com design assim e eu simplesmente não conseguia reconhecer quem era quem xD Adicionando também à esse conto, que possui um pequeno documentário sobre o conto e o quanto foi influenciado na cultura japonesa.

Uma curiosidade é que, algumas coisas desse conto antigo foram inspirações para trechos dos filmes: O Chamado e O Grito. É chamado de Onryo, que são fantasmas japoneses capazes de voltar ao mundo físico para se vingarem, são muito comuns nos Kabukis. Onryo consiste em um kimono branco, cabelo longo preto bagunçado e maquiagem branca e roxa, chamada aiguma.


2º Tenshu Monogatari (Episódios 5 ao 8)

Baseado, também, numa peça Kabuki escrita por Kyoka Izumi. História passa-se num Japão Medieval e conta sobre amor proibido entre um humano, chamado Himekawa Zushonosuke, e uma Wasuregami (''Deusa Esquecida''), chamada Tomi Hime. Ela vive em um palácio com suas companheiras, porém elas se alimentam de humanos sendo, portanto, chamadas de demônios e temidas por todos.

Zushonosuke, um treinador de águia, é mandado por seu mestre Harima para recuperar uma águia, chamada Kojiro. Nessa busca, ele acaba encontrando Tomi Hime e se apaixona mais ou menos a primeira vista. Quando uma notícia chega ao seu mestre sobre a águia estar na aproximidades do palácio de Tomi Hime, Zushonosuke é mandado diretamente para lá, que novamente encontra-a começando, portanto, seu romance.

O visual do anime é como um anime qualquer de romance, mais colorido e com uma arte mais atual que o conto anterior, Yotsuya Kaidan. Outro ponto esquisito é que de terror esse conto não tem nada, porém o anime continua com um bom desenvolvimento.

Como afirmado anteriormente, os humanos nesse conto possuem os cabelos pretos, mas com os olhos de animes; Enquanto que, as Deusas têm cores de cabelo e roupas diferentes, exatamente para haver essa diferenciação entre espécies xD


3º Bakeneko (Episódios 9 ao 11)

Baseado na figura do folclóre japonês: o Gato Monstro. História conta sobre a neta de um mestre de uma família samurai que estava para se casar, no Período Edo (1603 - 1868). Porém, no momento que estavam para celebrar o casamento, a noiva cai morta no chão. A família se desespera, porque o casamento foi planejado para que a família pudesse se livrar de uma dívida. Aí que aparece um vendedor de remédios, Kusuriuri, que diz ser obra de um demônio. Porém, Kusuriuri só poderá exorcizá-lo se obter algumas informações, como: o que o demônio quer de verdade e o porquê de sua aparição. Consequentemente, os segredos sombrios dessa família vão se revelando aos poucos, enquanto suas vidas vão sendo ameaçadas cada vez mais pelo demônio.

Já afirmo que esse é o melhor conto dos três, tanto em relação à história quanto à arte e desenvolvimento. O visual foi feito em estilo
Ukiyo-e (estilo japonês de pintura em madeira) com cores vibrantes e um efeito único utilizado nos cenários e personagens, que foram utilizados de forma bem interessante: enquantos nos contos anteriores, os personagens eram bem sérios, neste possue a adicional de personagens cômicos (Kayo <3). O suspense + comédia foram muito bem utilizados para haver um desenvolvimento muito melhor da história na produção final.

Novamente não há o terror como em Yotsuya Kaidan, porém o envolvimento que não deixa-o desgrudar os olhos da tela, o suspense e a animação magnífica faz com que valha cada minuto assistido desse conto. Não é por mal que Bakeneko possue uma continuação chamada Mononoke e que com certeza assistirei! Esperarei ansiosa pelo Kusuriuri, que tem um visual e desenvolvimento muito bem trabalhado.

Eu tenho que comentar a OP e a ED, são muito boas. a OP é um rap, mas com um certo toque da música tradicional japonesa, enquanto que a ED é da mesma cantora que fez a ED de Blood+, Chitose Hajime, que lembra bastante Enka. São músicas excelentes!

Ayakashi com certeza é um anime para quem gosta de animes diferentes do geral e com estilo único. Apesar de ser ''terror'' não há nada que dê medo ou susto, portanto podem assistir tranquilos hahaha xD Eu só acho que deveria haver um desenvolvimento maior em cada conto, se aprofundar mais, mas não é nada que não te faça assistir.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Kara No Kyoukai: Fukan Fuukei



Kara No Kyoukai é um filme/anime/sei lá produzido em 2007 pela ufotable (mesma de Tales Of Symphonia, entre outros). E a história conta sobre uma estranha série de suicídios que estão acontecendo, mas que todo mundo trata como um infortúnio mesmo. No entaanto, Ryougi Shiki sente que não é um simples suicídio, e sim algo mais sinistro. Principalmente quando Mikiya Kokutoh, um amigo próximo, adoece. Após assistir uma das mortes, Shiki percebe que há uma conexão entre cada morte das garotas e prediz ser um total de oito que irão morrer. Já com 7 mortes e incerta sobre sua suspeita, ela decide dar um fim a essas mortes, mas com a ajuda da Aozaki Touko.

Inicialmente assisti esse filme por recomendação de um amigo. E já nos primeiros minutos de filme me dei conta que ele me lembra muito Tsukihime, e após dar uma pesquisada (após terminar de ver, lógico xD) descobri que os dois são da mesma compania de jogos/visual novels (quero Chaos Head i-i), mas possuem algumas correlações entre os personagens. Só uma curiosidade mesmo xD



Enfim, já afirmo que o filme possui mortes explícitas (mas bem feitas), mas é totalmente esquisito. Não há um desenvolvimento da história ou dos personagens, e do início ao fim você não entende praticamente nada. Sendo assim, ele é só uma pequena introdução de um total de 7 filmes (já lançados 5 ou 6 deles no Japão). Além, é claro, de ser apenas 50 minutos de duração de filme, ou seja, no final eu fiquei muito ''WTF?''.

Não tem como negar que o que brilha mesmo no filme são a arte e a trilha sonora. Tudo muito bem feito, principalmente os ambientes (diga-se de passagem o escritório da Touko xP), as lutas, a Shiki (hahaha xD) e o modo como foram utilizadas as cores (um tanto escuro, mas pontos com cores mais chamativas). E quanto as músicas-tema, elas foram feitas pela Kajiura Yuki e Kalafina(!), ou seja, não tinha como não ficar foda.


Só reparem nos olhos da Shika. Foda!

Num geral não foi ruim assistir, só essa confusão toda do filme que desanimou de assistir, mas pretendo continuar os outros filmes ò_ó Para quem dá mais valor ao visual realmente vale a pena, é o forte de Kara No Kyoukai.


Só para terem uma idéia do filme. ;*

PS.: Feliz Dia Dos Namorados! \o/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

LEIAM!

http://igrejainternacional.wordpress.com/2009/06/08/ex-naruteiro-recuperado/
Leiam esse texto, vale MUITO a pena! Melhor eu nem comentar muito senão não perde a graça.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ah! Megami-sama: Sorezore No Tsubasa


Oh! My Goddess: Everyone Has Wings (nome em inglês) é um anime produzido pela Geneon em abril de 2006. Essa é a segunda temporada, no qual se passa um ano após a primeira.

A história da primeira temporada é sobre Keiichi Morisato é o típico garoto baixinho e nem um pouco atraente para as mulheres e por isso ele não consegue arranjar uma namorada. Num belo dia, ele disca um número qualquer para pedir pizza, mas acaba entrando na linha das Deusas, que enviam uma delas para realizar um desejo qualquer dele. Belldandy aparece através do espelho do quarto dele e pergunta pelo pedido. Ele simplesmente diz que quer que ela seja a namorada dele para sempre, no qual é realizado com contrato e tudo haha. Passando assim, a morarem juntos. Já na segunda mostra novos obstáculos entre a relação de Keiichi e Belldandy, podendo simplesmente acabar com o contrato deles ou continuarem juntos, amadurecendo e crescendo juntos.

O interessante dessa temporada é que mostra um outro lado com defeitos da Belldandy, já não se tem mais aquela imagem de deusa perfeita, como também mostra um pouco de cada personagem, cada episódio é sobre alguém diferente.

Algo que faltou foi uma intimidade maior entre a Belldandy e o Keiichi. Como mostra na primeira temporada os dois mal conseguem dar as mãos, nessa segunda continua praticamente a mesma coisa. Só muda uma coisinha, mas isso é nos últimos episódios ^-^

Quanto à arte, continua a mesma estabilidade e esteticamente muito bem feita e bonita. É o que chama mais atenção no anime inteiro (isso ocorre tanto nessas duas temporadas quanto no OVA de 96). A trilha sonora não tem muito o que acrescentar, continua parecida com a primeira temporada.

Vale a pena para quem gosta muito de OMG ou mesmo do gênero mais romântico e light. Não espere que vai ter uma grande história por trás do amor entre a Belldandy e o Keiichi, porque não tem. É simplesmente o típico anime para se passar o tempo e dar umas boas risadas das besteiras deles xD O mesmo também ocorre com a primeira temporada. Eu diria que o OVA e o filme são os que mais satisfazem em termo de história. Por mais que sejam curtos, são interessantes.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru



O live-action de Bokuimo foi produzido em janeiro de 2007. E como havia comentado no post anterior, é a história de um casal de irmãos gêmeos, Yori (menino aí em cima) e Iku (menininha feliz xD), que quando menores eram muito próximos, até crescerem e se afastarem um pouco. Na verdade, isso ocorreu devido ao Yori amar a Iku (incesto >D). Numa bela noite ele confessa seu amor a ela, sendo aceito, até porque ela também ama ele. Porém, o amigo de Yori gosta da Iku, mas é rejeitado e aceita numa boa; Já Tomoka não aceita ser rejeitada por Yori, complicando mais ainda a vida dele.

Baixei esse filme por causa do Matsumoto Jun, mas já aviso que o filme é ruim (pelo menos eu não gostei). Ele é um filme de duas horas, mas é tão lento que se fosse mais dinâmico o filme poderia absorver muito mais profundamente a história do mangá; Tem momentos em que a câmera dá uma tremedeira (não é tão explícito, mas havia momentos que aquilo me irritava) e tem aquela imagem meio sem vida; Parece não ter uma trilha sonora, todas essas cenas lentas precisavam de umas músicas de fundo só para chamar um pouco a atenção do telespectador, e não fazê-lo cair de sono; não há um desenvolvimento dos personagens e parece que ninguém liga muito sobre a situação incestuosa deles; E, achei bem mais ou menos a atuação dos atores.

Jun Matsumoto se superou nesse filme. Ele é um dos meus atores japas preferidos, mas nesse filme ele estava tão sem emoção que percebi que ele é mais um, como o Shun Oguri, que parece saber fazer apenas o papel do cara espertinho, carismático, metido, enquanto que nesse filme ele deveria ser mais sério e calado. Ele conseguiu, mas não passou ao telespectador o sofrimento do personagem nem nada. Só sei que me decepcionei um pouco com ele. E cara, essa atriz principal da Iku também, não sabe interpretar sofrimento ou tristeza. Além dos outros dois que comentei na história, que são...normais, estão ali só para ''atrapalhar'' um pouco a relação dos dois irmãos e mais nada.

Acho que o único trecho do filme que valeu a pena foi o final, não porque é terrível o filme, mas porque o final foi bem emocionante. Os atores conseguiram apenas nesse trecho demonstrar alguma emoção que faltou no restante.

É isso, não recomendo esse filme à ninguém, mas taí o trailer para quem estiver curioso: